sexta-feira, 3 de agosto de 2012

SERÁ QUE ESTOU NO CAMINHO CERTO?


(http://bit.ly/NqnapS)
O tempo todo escolhas são colocadas à nossa frente. A cor da roupa, do carro ou da casa, o caminho a tomar para o trabalho, faculdade ou academia, o livro, jornal ou site para ler. O que não percebemos é que estamos sempre mudando, mesmo quando fazemos as mesmas escolhas sempre. Se mudamos para nos adequar às mudanças ao nosso redor, mudamos nossos cotidianos. Se não mudamos nossos cotidianos estamos contra a tendência que nos rodeia e isso nos forçará a nos adaptar não ceder às mudanças que tentam modificar nosso dia-a-dia.

Cada dia é uma mudança acontecendo em nossa vida. Você pode mudar a vida que você tinha há dez minutos atrás. Apenas decida fazê-lo. As pessoas falam que nada é melhor que um dia atrás do outro. Eu digo que é nada melhor que um minuto de vida após o outro. Se eu faço algo que me arrependo eu posso mudar minha opinião e mudar minha atitude naquele mesmo momento. Muitas vezes passamos muito tempo chateados com algo que acabou de acontecer e só decidimos mudar quando a situação fica insuportável, daí já perdemos tempo demais com “nada”.

Tem uma história com um desfecho muito interessante. É a história das dez pragas do Egito , em particular a praga das rãs (Cf. Êxodo 8.5-14). Moisés foi incumbido por Deus para libertar o povo judeu e, como estratégia, Deus enviou pragas para convencer o Faraó a libertar o povo através de Moisés. O Faraó era um cara tão durão que a cidade toda foi infestada com rãs que ele se sentiu obrigado a chamar Moisés para que ele acabasse com a praga. Moisés perguntou quando o Faraó queria que ele acabasse com as rãs. E por incrível que pareça o Faraó, pra dar uma de durão disse: amanhã. É óbvio que as rãs estavam causando um terrível transtorno já há algum tempo, mesmo assim ele disse “amanhã”, o cara preferiu passar mais uma noite com a casa cheia de rãs! Inacreditável!

Eu contei essa história para lembrar que muitas vezes somos assim, soberbos, nos achamos superiores. Esperamos que a situação chegue ao extremo para mudar nossa atitude, que muitas vezes de forma arrogante. Decidi que não quero deixar que a situação chegue ao extremo, eu vou mudar antes disso. Não vou permitir que a situação fique insuportável. Assim, creio que a vida vai ficar muito mais fácil, pelo menos mais agradável.

O que acontece é que é difícil dar o braço a torcer, é difícil assumir que erramos, até para nós mesmos. Mesmo em ambientes como a igreja, onde o perdão é ensinado. Nós (cristãos) aprendemos que devemos confessar nossos erros uns aos outros e pedir perdão e assim seremos perdoados. Mas parece que as pessoas tem medo de reconhecer o erro. Um exemplo simples é o de objetos que “aparecem” quebrados, seja na igreja ou em outro lugar. Não é comum a gente ver alguém reconhecendo que foi responsável. As pessoas precisam mudar essa mentalidade, temos medo da punição. Muitas pessoas tem aversão a mudanças. Não percebemos que mudar de atitude nos dará um novo horizonte? Novas perspectivas? Temos que saber pesar as coisas, saber colocar na balança da vida. Se mudar for fazer eu me sentir melhor então quero fazer isso logo!

Tudo que escrevi até agora me parece meio teórico, mas é um aspecto prático da nossa vida. Por exemplo, no trabalho, pense na carreira que você está investindo (ou investiu) neste momento. Isso lhe realiza? Todo mundo tem um emprego dos sonhos: fazer o que mais gosta e ainda ganhar muito dinheiro com isso. Passamos bom tempo da nossa vida estudando para uma profissão, mas nem todo mundo se pergunta se esse será o trabalho que vai lhe deixar realizado. Alguns dizem: “trabalho é trabalho” argumentando que não temos que gostar do nosso trabalho. Outros defendem que só trabalham em algo se realmente gostarem. 

Eu concordo, porque a vida é feita de escolhas e ninguém é forçado a trabalhar, ninguém é escravo de ninguém (em geral). Você se força a trabalhar e você escolhe onde trabalhar. Eu digo que se você realmente gostar de algo você vai trabalhar naquilo mesmo que precise pagar para fazê-lo. Uma incrível lição que aprendi (com Robert Kiyosaki) é: Não trabalhe pelo dinheiro! Observe o que as pessoas fazem depois que se aposentam. Elas fazem o que gostam (pelo menos deveriam)! Quero lembrá-lo, você tem mais uma chance. Tente, mude, e se ainda não ficar satisfeito, mude novamente, porque você tem mais uma chance! É só escolher mudar nesse exato momento. É como se estivéssemos no trânsito indo em determinada direção e passando por diversa placas indicando retorno: é só decidir qual retorno tomar, você está na direção da sua vida!

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